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Grupo de vítimas consegue 198 assinaturas para instalação da CPI da Taurus

15/09/2016 09:38

ESPECIALTAURUS1 – Paulo Cabral-Sinpol-DFDa Comunicação Sinpol-DF Os defeitos das armas fabricadas pela Forja Taurus serão investigados também em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Federal. Um grupo de vítimas dos acidentes causados por pistolas daquela fabricante conseguiu na última terça, 13, 198 assinaturas de deputados federais favoráveis à instalação da CPI – eram necessárias, no mínimo, 171. Os acidentes causados pelas falhas nas pistolas da fabricante vêm sendo amplamente divulgados pelo Sinpol-DF. A apuração do caso no âmbito da Câmara Federal fortalece as denúncias e ações judiciais já impetradas contra a Taurus, além de dar voz às vítimas. O deputado federal Major Olímpio (SD-SP), aliado do grupo de vítimas, afirmou também na terça que agendará nos próximos dias uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tratar do início dos trabalhos da CPI. A Taurus tem feito lobby no Congresso para impedir os trabalhos da Comissão. Em uma nota no jornal O Globo, o jornalista Lauro Jardim afirma que a empresa tem entregado a deputados um dossiê em que tenta se defender alegando que a CPI é resultante da pressão de concorrentes. "Essa CPI, com certeza, trará benefícios aos policiais civis do DF pois o sindicato tem brigado para que a Polícia Civil tenha acesso a armas melhores, assim como ocorre, atualmente, na Polícia Federal. Não podemos admitir que nossa ferramenta de trabalho tenha falhas", opina Luciano Vieira, diretor de Comunicação adjunto do Sinpol-DF que também é uma das vítimas. REPERCUSSÃO Recentemente, o assunto foi abordado em uma série de reportagens produzidas pela TV Band e em uma reportagem do Jornal Nacional – outros veículos de imprensa do DF também trataram do caso. Em geral, as circunstâncias dos acidentes são as mesmas: apesar de estar com a trava de segurança acionada, a arma cai ao solo, dispara e o cartucho não é ejetado – o que indica o defeito. No DF e no Brasil todo há relatos desses acidentes, alguns fatais. Em junho, após reunião com dirigentes do Sinpol-DF, o Ministério Público do DF instaurou um inquérito civil público para apurar as denúncias. O Sinpol-DF tem cobrado reiteradamente que a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) siga o exemplo de outras forças de Segurança Pública e realize a troca das armas – um exemplo é a Polícia Federal, que utiliza armamento importado de alta qualidade.

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