Sinpol-DF lamenta morte de policial civil em Rondônia e reforça compromisso no enfrentamento ao feminicídio
O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) manifesta profundo pesar pela morte da policial civil Juliana Matos de Lima Santiago, da Polícia Civil de Rondônia. A perda de uma servidora da segurança pública, vítima de violência, atinge não apenas sua família e colegas, mas toda a categoria policial civil do país.
A interrupção brutal de uma vida dedicada ao serviço público evidencia que a violência contra a mulher continua sendo uma realidade que não pode ser tolerada. Casos como este não podem ser naturalizados nem reduzidos a estatísticas. São tragédias que exigem responsabilidade, ação concreta e compromisso permanente.
Os policiais civis do Distrito Federal compartilham dessa dor de maneira ainda mais sensível. A PCDF também já perdeu uma de suas integrantes vítima de feminicídio, a policial civil Valderia da Silva Barbosa. A memória de Valderia permanece viva entre nós e reforça que essa é uma pauta que atravessa nossa própria história institucional.
Para os policiais civis do DF, o combate ao feminicídio é compromisso permanente. É responsabilidade institucional e dever com a sociedade. Enfrentar a violência de gênero exige políticas públicas eficazes, rede de proteção fortalecida e responsabilização firme dos agressores.
Neste momento de luto, o Sinpol-DF se solidariza com familiares, amigos e colegas da policial Juliana, reafirmando sua defesa da vida, da dignidade das mulheres e da intolerância a qualquer forma de violência.
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